Chargeback é a contestação de uma compra pelo portador do cartão junto ao banco emissor, por fraude, desconhecimento da compra ou produto não recebido. O valor é estornado da loja, a taxa do gateway em geral não volta, e o produto raramente retorna.

Ele chega semanas ou meses depois da venda, fora da janela em que o mês foi fechado e fora da janela de atribuição do anúncio.

Exemplo

Uma venda de R$ 200 em março é contestada em maio. Em março, a receita contou inteira e a campanha reportou o pedido no ROAS. Em maio, saem R$ 200 da conta, a taxa de R$ 9 já ficou, e o produto de R$ 70 já foi. O pedido custou R$ 79 e não gerou receita. Números fictícios.

O erro comum

Descontar o chargeback no mês em que ele chega, como se fosse um custo daquele mês. Por competência, ele pertence à venda de origem, e a margem daquele mês era menor do que o fechamento mostrou. O segundo erro é não acompanhar a taxa de chargeback por canal: campanhas que trazem fraude parecem boas no ROAS.

Onde aprofundar

A linha de devoluções e chargebacks na conta está em como calcular o lucro líquido de uma DTC. Por que a devolução nunca é descontada do ROAS está em por que ROAS não é lucro. Termo ligado: gateway.